Giovanni Archidiacono

MÁQUINA PERPÉTUA

A máquina perpétua é impossível de ser fabricada, pelo menos aqui no nosso planeta em que as forças fundamentais da natureza não permitem que uma máquina funcione sem perdas.

A lei da gravidade exerce uma força que atrai todos os corpos para a superfície terrestre, um exemplo é um pendulo que mesmo impulsionado em algum momento vai parar em função da aceleração da gravidade e da resistência do ar. A força de atrito é quando um corpo é lançado sobre uma superfície de materiais diferentes ou iguais gerando calor e perdas, desacelerando até parar com ação da força de atrito. A resistência do ar influi muito no desempenho de muitas maquinas carros e aeronaves, os fabricantes estudam modelos em tuneis de vento para chegar a uma figura geométrica com a menor resistência do ar possível, mas nunca chegam a uma resistência do ar nula. O condutor de cobre têm muitas perdas para levar eletricidade a longas distâncias, as experiências com novos materiais para chegar ao supercondutor na temperatura ambiente ainda esta longe de se realizar.

A 1º lei da termodinâmica, estabelece que toda máquina gera calor, se gera calor realiza trabalho e todo trabalho tem transformações , a 2º lei é a condição para que as transformações termodinâmicas possam ocorrer.

Existe uma energia abundante renovável que todos os dias chegam a sua casa e a qualquer lugar do planeta, ela não tem massa, não sofre a ação da gravidade é invisível á resistência do ar, não precisa de condutor para levar energia e viaja a velocidade constante invariável de 300.000km/s.

É possível criar uma máquina perpetua com fóton, funcionando sem perda e pode funcionar indefinidamente. Hoje é possível criar uma energia assim, com a tecnologia da potencialização e a simplicidade de juntar as peças, associando o fóton, células fotovoltaicas e supercapacitor. Chegamos a um ciclo perpetuo e a uma máquina perfeita sem engrenagens e sem perdas, a simplicidade vem confirmar que simplificar é a solução de muitos problemas desse nosso mundo.

A constante de Planck nada mais é do que um valor aproximado da energia de um fóton, da teoria da física quântica, que mais tarde foi observado por Einstein em 1905. O efeito fotoelétrico, onde a intensidade de luz (frequência) é proporcional aos números de fótons, determina a quantidade de elétrons de valência que podem ser arrancados dos átomos. Para explicar o comportamento da luz (fóton), a mecânica clássica e depois mecânica quântica, mesmo com várias experiências, não convenceu, pois não é completa.

O que importa são as suas propriedades físicas onde podemos observar que o fóton vem realizando seu papel importante para manter a vida no planeta e o equilíbrio do micro e macro meio ambientes, a milhões de anos em nosso planeta.

Hoje com a tecnologia gerando energia limpa, com as placas células fotovoltaica, associada a supercapacitor, que é uma tecnologia recente, publicada em julho de 2017, pela A Mouser Electronics, chega a um numero fantástico em capacitância, de 500F que funciona como tanque de armazenamento, onde as placas células fotovoltaicas geram um fluxo de elétrons para o supercapacitor, carregando suas armaduras, criando diferença de potencial (DP) de 2,7Vdc com uma corrente aproximadamente de 4 ampere. Parte desta carga é consumida para trabalho por 24 horas sem parar, esse ciclo perpetua pode funcionar só com a luz do dia, e a noite sem os fótons. O capacitor tem carga suficiente para uma autonomia de mais de 20 horas, o suficiente para outro dia, continuamente e indefinidamente. Está estabelecida a perpetuidade. Hoje funcionam a 8 meses vários eletrônicos com esse sistema perpetuo, sem pilhas, energia elétrica só fóton célula fotovoltaicas e supercapacitor